Cedae integra Década da Restauração de Ecossistemas da ONU

Rio de Janeiro poderá ter uma árvore plantada a cada criança nascida.

O trabalho de reflorestamento da mata ciliar no Estado do Rio de Janeiro ganhou selo ecológico da Organização das Nações Unidas (ONU). A Cedae agora passa a integrar a Década da Restauração de Ecossistemas (2021-2030), iniciativa global que estimula ações de proteção e revitalização dos ecossistemas. A Companhia entra no rol de atores da transformação com o Replantando Vida, programa socioambiental que comemora 22 anos neste 1º de maio. O projeto une a recuperação da Mata Atlântica com a ressocialização de apenados do sistema prisional estadual.

A Década tem como meta reconstruir 350 milhões de hectares de ecossistemas no planeta até 2030, além de combater a crise climática, preservar a biodiversidade e melhorar o bem-estar de toda a população.

As equipes de reflorestamento do Replantando Vida atuam nas bacias dos Rios Guandu e Macacu, que, juntos, abastecem mais de 11 milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Todas as mudas utilizadas nas ações ambientais são provenientes dos sete viveiros florestais mantidos pela Cedae. As unidades têm capacidade de produzir dois milhões de mudas por ano de 254 espécies nativas da Mata Atlântica, das quais 40 estão ameaçadas de extinção.

Somadas às ações diretas de restauração florestal, a Companhia também promove atividades de educação ambiental para conscientização da população sobre a importância dos cuidados com os mananciais, que incluem palestras em escolas e eventos.

Replantando Vida em números

22 anos de atividade;
28 prêmios e selos de sustentabilidade e responsabilidade social conquistados;
6 mil pessoas já passaram pelo programa;
80% não reincidem no crime após o trabalho junto à Cedae;
600 apenados trabalham atualmente no programa;
7 viveiros florestais na Região Metropolitana do Rio;
2 viveiros em construção no interior do Estado (Resende e Itaperuna);
254 espécies nativas da Mata Atlântica cultivadas, 40 delas ameaçadas de extinção;
4 milhões de mudas distribuídas até hoje.

Fonte: Diário do Rio com adaptações

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